ETFs no Brasil cresceram em AUM e investidores. Veja o que mudou em 2025, novos produtos e critérios práticos para escolher bem.
O mercado de ETFs no Brasil entrou numa nova fase: mais investidor pessoa física, mais produtos e mais diversidade de estratégia. O lado bom é acesso. O lado perigoso é o investidor comprar ticker sem entender liquidez, índice e custo real.
A B3 informou que a indústria passou de R$ 75 bilhões em patrimônio consolidado e tinha mais de 850 mil investidores com posição em custódia, sendo 81% pessoas físicas.
E houve expansão relevante de produtos: levantamento citado pela própria B3 mostrou aumento do número de ETFs listados (de 105 no fim de 2024 para 140 em setembro de 2025).
No próximo tópico, você vai ver o que explica esse crescimento e como transformar essa “prateleira maior” em escolhas melhores.
ETFs no Brasil no mercado de ETFs: por que a adoção acelerou
Três motores principais:
- maior familiaridade do varejo com produtos negociados em bolsa
- oferta mais diversa (renda fixa, global, temáticos, híbridos)
- busca por simplicidade e custo em relação a fundos tradicionais
O relatório anual da B3 também destacou marcos de inovação (como ETF híbrido e outras estruturas), indicando sofisticação da indústria. B3+1
De nicho a “produto base” o que está por trás da democratização
O investidor pessoa física tende a gostar de ETFs por:
- transparência de carteira/índice
- facilidade de compra e venda
- diversificação instantânea
Mas democratização não significa ausência de risco. ETFs oscilam, podem ter spread alto e podem replicar índices concentrados.
Mais ETFs na B3 como separar o que é bom do que é só “mais um ticker”
Quatro filtros práticos:
Liquidez e spread
Se o spread é grande, você paga “pedágio” para entrar e sair. Isso pesa mais do que parece.
Índice e metodologia
Entenda o que o índice faz. Alguns “temáticos” concentram demais e viram aposta setorial.
Custo total
Taxa é importante, mas spread e tracking também importam.
Adequação ao objetivo
ETF bom é o que faz sentido no seu plano: longo prazo, proteção, exposição global, renda, etc.
Seção de FAQ
Quantos investidores têm ETFs no Brasil?
A B3 reportou mais de 850 mil investidores com posição em custódia (com 81% PF) no contexto do relatório de 2025.
O patrimônio do mercado de ETFs no Brasil cresceu muito?
O relatório da B3 citou a marca acima de R$ 75 bilhões de patrimônio consolidado.
Como escolher ETF na B3 sem errar?
Olhe liquidez/spread, índice, custo total e adequação ao seu objetivo.
Conclusão
O Brasil entrou numa fase em que ETF deixa de ser “produto de nicho” e vira ferramenta central. A prateleira cresceu e isso aumenta a responsabilidade do investidor: filtrar, comparar e não comprar só por narrativa.



