Os ETFs ativos em 2026 estão em evidência porque 2025 acelerou forte. A Morningstar registrou US$ 183 bilhões de entradas em ETFs ativos no 1º semestre de 2025 e um volume alto de lançamentos (citado como 295 em reportagens do período).
Quando o mercado entra nessa fase, o risco muda: não é só “escolher o melhor”. É separar processo de propaganda.
No próximo tópico você vai ver como fazer isso em poucos minutos.
Por que ETFs ativos cresceram tanto
Três motivos explicam a tendência:
- o ETF virou o “formato padrão” para distribuir estratégias;
- carteiras-modelo e plataformas conseguem encaixar “blocos” ativos com facilidade;
- há demanda por soluções em áreas onde índices tradicionais não resolvem tudo (por exemplo, renda fixa ativa).
Mas crescimento não significa superioridade automática.
Checklist anti-marketing: como avaliar um ETF ativo com critério
1) Mandato: o que ele pode (e não pode) fazer?
Procure limites claros:
- concentração;
- derivativos/alavancagem;
- universo de ativos;
- limites de liquidez.
Se o mandato é elástico demais, você compra “caixa preta”.
2) Processo: como decide e controla risco?
Perguntas que forçam realidade:
- qual sinal dispara compra/venda?
- qual o gatilho de redução de risco?
- o que acontece quando a tese dá errado?
3) Risco dominante: qual risco manda aqui?
Escolha 1 risco principal para monitorar:
- beta/fator,
- duration/crédito,
- liquidez,
- style drift (mudança de estilo).
4) Custo total: taxa é só o começo
Além do expense ratio:
- spreads e slippage,
- turnover (giro),
- custo em estresse.
Antes de decidir, entenda: custo total é o que bate no resultado, não o que está no folder.
E-E-A-T: ETFs ativos podem ficar abaixo do benchmark por longos períodos e podem gerar perda de capital. “Ativo” não é promessa.
FAQ (rich snippet)
ETFs ativos em 2026 ainda devem crescer?
O ritmo do 1º semestre de 2025 (inflows e lançamentos) sugere uma tendência relevante entrando em 2026.
Como começar a avaliar um ETF ativo?
Mandato, processo, risco dominante e custo total (taxa + execução + giro).
ETF ativo é mais seguro que ETF passivo?
Não necessariamente. Depende do risco assumido e do desenho da estratégia.
Qual o maior erro ao escolher ETF ativo?
Comprar narrativa sem entender limites do mandato e risco dominante.
Conclusão com CTA
ETFs ativos são uma evolução útil — quando usados com due diligence. Se você domina mandato, processo, risco dominante e custo total, você reduz ruído e decide com clareza.



